Mário Cravo Neto não morrerá jamais.
Rui & Giselle, 1994. ©2009 Clicio Barroso
Certamente sua obra atemporal, poética e espiritual, o torna imortal como artista.
Assim como todos os fotógrafos contemporâneos que de alguma forma foram influenciados pela sua elegância no olhar, pelo seu domínio técnico das baixas-luzes, por seus retratos-esculturas, eu também quero homenagear Mário Cravo; mostro aqui um pequeno exemplo de um ensaio pessoal de 1994, que toscamente faz referência ao seu trabalho.
E que para sempre viva a arte de Mário!
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