Programação de hoje | Sábado
MESAS E ENTREVISTAS
11h Por Favor, Não Responda
Arthur Omar entrevistado por Juan Esteves
Arte, cinema, vídeo, instalação e fotografia. Para o criador Arthur Omar tudo pode fazer parte do mesmo território. Aliás, Omar em sua poderosa sintaxe expande os espaços tradicionais para algo que ainda estamos aprendendo a definir. Esta simbiose artística substitui antigos rótulos e explora os limites dos novos conceitos. Submeter a nova ordem à criação é o tema da conversa com Arthur Omar.
Distante da narrativa convencional encontrada na imagem impressa, Omar explora todos recursos sensoriais, como o conteúdo imagético, a informalidade versus a complexidade, numa abrangente analogia a neologismos contemporâneos e referências históricas. É assim que sua obra ora se aproxima do cinecromatismo de Palatinik, como em “Zooprismas”, ora busca referências no holandês Jan Vermeer do século 17, para a instalação “A Menina do Brinco de Pérolas”.
A vertigem é apenas uma das frações encontradas na complexa e eclética obra do artista. Pode ser a serialização encontrada na “Antropologia da Face Gloriosa” ou suas paisagens extraídas da Amazônia em “Esplendor dos Contrários”. E sobre estas e outras experiências Omar compartilhará com o público sua constante expansão e seus desdobramentos na arte brasileira e internacional. Em sua entrevista, Arthur Omar apresenta o filme “A Hora Finíssima”, onde apresenta algumas de suas teorias íntimas sobre a Fotografia, a imagem e os mistérios da percepção. Com 20 minutos de duração, foi criado especialmente para estrear no Paraty em Foco. Faz parte de uma série de vídeos experimentais sobre Fotografia que o autor vem realizando, entre os quais Anatomia de Uma Exposição, Infinito Contínuo, e Imagens Sobre Mesa.
Para entrevistar o artista, antropólogo, etnógrafo e fotógrafo Arthur Omar, Juan Esteves, fotógrafo, crítico e professor de fotografia, com trabalhos publicados e nos acervos do Brasil e do exterior. Esteves também é articulista da revista Fotografe Melhor e autor dos livros 55 Portraits, São Paulo en mouvement e Presença.
15h Civilização e Mentira
Pedro Martinelli entrevistado por Cassiano Elek Machado e Juan Esteves
Pedro Martinelli é um sujeito tão real que torna-se difícil tratar do personagem Pedro Martinelli. Primeiro, pela sua forte presença, mais parece um nórdico carregando suas armas do que um fotógrafo carregando seu equipamento. Também é difícil compará-lo pilotando seu barco pela Amazônia a alguém na cozinha explicando como se faz um bom ravióli, com a receita da família. No entanto, Pedrão, como é chamado pelos amigos, é tudo isso. Uma fera do fotojornalismo brasileiro capaz de publicar um livro de imagens contundentes e nele dar receitas de como assar um bom peixe.
Fotógrafo desde 1970, quando começou no jornal O Globo, Martinelli acumulou uma pilha enorme de histórias que mesmo aqueles contistas mais matutos não são capazes de puxar. Do jornal foi para editora Abril, onde se consagrou como fotógrafo, editor e gerente do famoso estúdio fotográfico, onde se tornou uma lenda viva. Da sua diversidade, basta dizer que fotografou os grandes eventos esportivos com precisão cirúrgica que muitos fotógrafos do gênero não conseguiram, e revelou corpos esculturais para Playboy com uma sutileza e sensibilidade única, raramente encontrada no gênero.
Vivendo entre navegar no seu barco pelo caudaloso Amazonas e sua casa em São Paulo, onde agora produz um blog com suas sensacionais histórias, Martinelli acabou de lançar “Gente X Mato” pela sua editora, a Editora Jaraqui (nome de uma espécie de peixe amazônico), depois de ter lançado “Amazônia, o Povo das Águas” e “Mulheres da Amazônia”. Como vemos, a região é uma constante na vida do fotógrafo, que começou a visitá-la há quase 40 anos. E é sobre como navegar entre gente e bicho que a entrevista com Pedrão vai viajar.
Para extrair casos, imagens e experiências de Martinelli, o jornalista Cassiano Elek Machado, da equipe editorial da Cosac Naify, que também integra a redação da revista Piauí. Cassiano já foi editor do caderno Ilustrada, do Jornal Folha de S. Paulo e em 2007 assinou a curadoria da Flip, Festa Literária de Paraty. Junto com ele, o fotógrafo, professor e crítico de Fotografia Juan Esteves, articulista da Revista Fotografe Melhor, colunista de diversos sites de fotografia, ex-editor de fotografia da Folha de S. Paulo e atual colaborador de textos e imagens das revistas Época, Mitsubishi e Living Alone.
17h Um Tempo Palpável
Alessandra Sanguinetti entrevistada por Armando Prado e Claudio Edinger
“Todo fotógrafo é um sujeito que imagina histórias!” A frase pertence ao veterano Eliott Erwitt, mas pode-se perguntar a outros tantos que teremos a mesma resposta. Há quem diga até mesmo que o fotojornalismo é atualmente uma “história” a ser contada. Pois bem. A nova-iorquina Alessandra Sanguinetti não foge à regra com suas imagens carregadas de mistério. Como ela desenvolve essa narrativa peculiar será o tema de sua entrevista, onde ela também mostrará parte do making of de sua produção.
Uma história extraordinária criada pela fotógrafa, que desde 2007 faz parte do staff da Magnum Photos, é a série “On the sixth day” que descreve o relacionamento entre fazendeiros, seus animais e a terra. A relação serve de premissa para a fotógrafa desenvolver todo um roteiro criado por ela, contudo centrado em personagens existentes, como as primas Guille e Belinda. Sanguinetti manteve uma relação de 5 anos entre seus personagens, tempo suficiente para uma abordagem pra lá de inusitada.
Para a escritora argentina Maria Sonia Cristoff, que escreve o prefácio do livro “Las Aventuras de Guille y Belinda y el Enigmático Significado de sus Sueños”, cada imagem da fotógrafa tem uma característica eminentemente narrativa. A fotógrafa envolve o espectador como cúmplice de seu trabalho. Sonhos e relatos se misturam e remetem à digressões literárias, entre outras coisas. A imagens foram feitas na Argentina, onde a fotógrafa viveu desde os 2 anos de idade até voltar para Nova York em 2003, onde trabalhou para revistas como The New York Time Magazine e LIFE.
Para mostrar à platéia o método de criação de Sanguinetti e suas conseqüências teremos o paulistano Armando Prado, fotógrafo e professor. Além de fotógrafo autoral, Prado tem passagem pela imagem editorial, é um expert na literatura de fotografia e um dos criadores do SX70, que homenageia a Polaroid. Com ele, está o carioca Claudio Edinger, autor de mais de dez livros de fotografia, distinguido com os mais importantes prêmios da fotografia internacional, como o Oscar Barnack, e autor de uma obra autoral e contundente há mais de 30 anos.
WORKSHOPS
Documental e Autoral, por André Cypriano
André Cypriano tem mostrado em seu trabalho documental, de cunho muito autoral, a preocupação com questões sociais do universo brasileiro. Trabalhos como o “Caldeirão do Diabo”, feito em 2001 na antiga penitenciária Cândido Mendes, na Ilha Grande e o ensaio realizado na Favela da Rocinha – ambos no Rio de Janeiro e também transformados em livros - renderam a Cypriano experiências únicas que ele compartilhará com seus alunos neste workshop. André e seu grupo vão debater um pouco da nova fotografia documental e realizar uma vivência fotográfica no bairro da Ilha das Cobras, nas proximidades de Paraty.
Programa
Apresentação do coordenador e seus trabalhos; apresentação dos alunos; discussão em torno da fotografia documental; saída fotográfica; avaliação final.
André Cypriano
André Cypriano nasceu em 1964 em São Paulo. Em 1990, um ano após a sua mudança para os EUA, André começou a estudar fotografia em San Francisco. Desde então tem completado vários projetos que têm sido expostos em galerias e museus no Brasil, Europa e nos EUA.
Como parte de um projeto de longo prazo, Cypriano começou a documentar estilos de vida tradicionais, e práticas de sociedades em lugares menos conhecidos, nos mais remotos cantos do mundo, com uma tendência para o raro e extraordinário. Atualmente, André Cypriano trabalha como fotógrafo free-lance em Nova York e Rio, e continua envolvido em projetos sociais e culturais.
Descondicionamento do Olhar, por Cláudio Feijó
Este workshop, realizado com sucesso e que sempre se renova há quase 20 anos, busca desenvolver o olhar do participante, ampliando o seu repertório de produção e leitura da imagem. Exercita as diferentes formas de “olhar, ver e enxergar”, refletindo sobre as diferentes possibilidades numa abordagem fotográfica. A proposta é discutir a relação do fotógrafo com o seu processo criativo, instigar os participantes a conhecerem-se mais profundamente através da leitura simbólica que a linguagem visual proporciona. Uma oportunidade rara de realizar um dos workshops mais procurados do Brasil. E tudo isso aqui mesmo, na charmosa Paraty.
Claudio Feijó
Pedagogo, fotógrafo, psicólogo e professor de fotografia, criou a Oficina “Desolhar” como recurso para o desenvolvimento da linguagem visual tanto no momento da captação da imagem quanto na sua leitura. Promove a oficina há muitos anos, e em diversos pontos do país. Trabalha com psicoterapia clínica e desenvolvimento pessoal e grupal.
Portrait – O Outro Eu, por Ludovic Carème
As múltiplas facetas de um retrato, a dinâmica da relação entre retratista e seu retratado, bem como a busca por decodificar em imagens as emoções do outro e sua relação com o fotógrafo, estão na pauta deste workshop de Ludovic Caréme. Além de ser um dos grandes retratistas da atualidade, o fotógrafo tem coordenado workshops em Arles, na França, e em São Paulo. Caréme montará, em companhia dos participantes, um ou mais sets com luz e modelo, como demonstração prática durante o workshop.
Programa
Apresentação do coordenador e seus trabalhos; apresentação dos alunos; prática fotográfica com luz e modelo; avaliação final.
Ludovic Carème
Ludovic Carème nasceu em Paris. Viveu em Londres, Madri, América do Sul e Ásia antes de iniciar estudos em fotografia na escola ETPA de Toulouse.
Trabalhou no jornal Libération e sua obra é apresentada regularmente em eventos de fotografia como o Rencontres d’Arles e em galerias em Paris, bem como no Museu Rodin e na Biblioteca Nacional da França, com um considerável núcleo de colecionadores. Desde janeiro de 2007 o fotógrafo instalou-se em São Paulo, onde realiza diversos projetos pessoais.
A última mostra de seus retratos no Brasil foi durante o último FotoArte em Brasília. Suas fotos são publicadas em veículos como Elle, Vogue, Le Monde, The New York Times, Télérama, L’Express, La Repubblica del Donne, The Independent, L’Equipe Magazine, Marie Claire, L’Expres, Vogue Brasil, Trip, S/N˚, Bravo, Rolling Stone, Folha de S. Paulo e Revista Mag.
A Reinvenção da Natureza, por Claudia Jaguaribe
Neste workshop, a fotógrafa propõe um diálogo a partir de seus trabalhos e de artistas como Roni Horn, Peter Fischli, David Weiss, Adam Fuss e Olafur Eliasson, sobre o panorama da fotografia contemporânea de paisagem e as suas diversas manifestações. Tópicos como a natureza como abstração, imitação, design, ecologia, grafismo, ornamento e mundos fictícios irão acompanhar os trabalhos do grupo.
Programa
Apresentação da coordenadora e seus trabalhos; apresentação dos alunos; apresentação e discussão dos trabalhos de vários artistas e fotógrafos, como Roni Horn, Olafur Eliasso, entre outros; saída fotográfica por Paraty; edição e discussão dos ensaios produzidos durante a saída fotográfica; avaliação final.
Claudia Jaguaribe
Carioca, mora e trabalha em São Paulo. Desde de 1982 participa de exposições nos principais museus e galerias do Brasil e no exterior. Sua formação é em História da Arte, Artes Plásticas e Fotografia. Sua produção se caracteriza por uma intensa pesquisa plástica que utiliza diferentes mídias para lidar com diversas questões da contemporaneidade. Seu trabalho vai da criação de imagens deslocadas do seu sentido original tais como a Série Azul, Amores Brutos e Ma Femme, à trabalhos de cunho documental onde retrabalha o próprio formato da documentação como em Corpo da Cidade e no Você Tem Medo do Que. Nos últimos 3 anos se voltou para a questão da paisagem como reinvenção da natureza, na série Quando eu Vi.
Vôos no Imaginário, por Gerardo Montiel Klint
As novas tecnologias e softwares abrem um abrangente campo de possibilidades para fotografar o que antes era impossível. Escrever com a luz era um modo ingênuo de se referir à fotografia como a mídia que mudou por completo a história da sociedade. Mas poucos tomaram consciência de que a fotografia também é sombra, e que podemos fotografar com pouca ou quase nenhuma luz.
Metaforicamente, a sombra é tudo aquilo que se oculta no inconsciente. Aí é onde habitam nossas obsessões, desejos reprimidos, impulsos e perversões. Fotografando com sistemas portáteis e alternativos de iluminação, explorando o mise en scène, dirigindo os personagens pela noite da cidade de Paraty, os participantes percorrerão casarões, ruas de pedras, cais e outros lugares que servem de cenários para vôos além da imaginação.
Programa
Implicações da fotografia noturna; a sombra como eixo de reflexão; Mise en scène: o fotógrafo como diretor, cenógrafo, iluminador e ator; conceitos técnicos básicos para fotografia noturna; HDRI: High Dynamic Range Images – uso de softwares para captura de imagens; Photostitch e Photomerge para a criação de imagens esféricas e panorâmicas, exercício noturno e pós produção das imagens.
Gerardo Montiel Klint
Formado em design Industrial, estudou fotografia na Escuela Activa de Fotografía e Centro de la Imagen, no México. Foi tutor dos programas FotoGuanajuato, Fototeca Monterrey, e Programa Integral de Fotografía Contemporánea do Centro de la Imagen. Foi docente da disciplina de fotografia na Faculdade de Artes na Universidad Autónoma de Morelos e ministrou workshops em diferentes instituições do México. Atualmente é co-diretor e fotógrafo do estúdio fotográfico Klint & Photo, atua como curador independente especializado em fotografia contemporânea e é tutor da bolsa Jovens Criadores do FONCA.
Imersão Digital: Controle dos Caminhos Criativos da Captação à Impressão.
Coordenação: Clicio Barroso. Com Paula Cinquetti, Marcos Issa, Alexandre Keese e René Lentino
As novas tecnologias digitais trouxeram toneladas de perguntas, e a cada dia, mais e mais dúvidas inundam nossas mentes: formatos, organização, edição, perfil de cores, impressão, e dezenas de outras perguntas. Em formato ágil e dinâmico, 5 dos maiores profissionais do meio, vão responder às suas maiores dúvidas.
Programa
1˚ dia: Captura, importação e metadados com Marcos Issa; Edição e organização com Paula Cinquetti
2˚ dia: Processamento e tratamento (integração Lightroom/Photoshop) com Clicio Barroso e Alexandre Keese; Finalização e impressão com Clicio Barroso e René Lentino.
Clicio Barroso
Paulistano, Clicio cursou a Camera Photoagenthur / Nikon School of Photography, nos anos 70. Depois de passar pelo Estúdio Abril, morou e trabalhou em Nova Iorque, São Paulo, Rio de Janeiro e Europa, fotografando editoriais de moda e publicidade. Atualmente, trabalha para agências nacionais e norte-americanas.
Participa regularmente de exposições, e por três vezes recebeu o Prêmio Abril de Jornalismo, categoria Fotografia. Na área digital, estudou com Dan Margulis, Scott Kelby e Peter Krogh.
Clicio tem ministrado cursos, palestras e workshops em faculdades e cursos de pós graduação, em instituições como o SENAC, UEL, Escola Panamericana, entre outras.
Diretor da Associação de Fotógrafos Fototech, é colunista da revista PhotoPro e colaborador das revistas Fotografe, Photos, MacMais e Desktop.
Paula Cinquetti
Paula Cinquetti trabalhou com grandes mestres da fotografia brasileira e internacional: Walter Firmo, Silvio Pinhatti, Clicio Barroso e o fotógrafo da Agência Magnum David Alan Harvey.
Atualmente desenvolve projetos de organização de acervos fotográficos, consultoria e treinamento em fotografia digital, curadoria e edição de imagens. Como fotógrafa documental, trabalha com temas como identidade e sincretismo cultural, contando através de suas fotografias histórias de pessoas e comunidades e a sua relação com o meio onde vivem.
Alexandre Keese
Especialista em tratamento e edição de imagens, Alexandre Keese atua como consultor na área de imagem há mais de 15 anos. É Adobe Certified Expert (ACE) em Photoshop.
Em 2007, publicou seu primeiro livro, Adobe Photoshop: Tratamento & Edição Profissional de Imagens, que se encontra em sua 2ª edição, e é organizador, desde 2004, do Photoshop Conference, maior congresso sobre Photoshop da América Latina. Edita a Revista Photoshop Pro, a primeira do Brasil a tratar exclusivamente do Adobe Photoshop.
Marcos Issa
Marcos Issa iniciou a carreira como fotojornalista no Rio de Janeiro, atuando principalmente no jornal O Globo. Em 1995 ajudou a fundar a Agência Argosfoto para atender os mercados editorial e institucional, além de ser um banco de imagens com participação de diversos fotógrafos. Também dá treinamentos e consultorias para fotógrafos e empresas sobre o “fluxo de trabalho digital” e organização de acervos.
René Lentino
Paulistano, René Lentino iniciou sua carreira em 2004 com reportagens fotográficas, atendendo o mercado corporativo. Atualmente trabalha com o fotógrafo Clicio Barroso, além de realizar consultorias em fotografia digital, organização de acervos fotográficos e tratamento de imagens.
BATE- PAPOS E ENCONTROS
15h Edição de reportagens a partir da fotografia por Rogério Assis
O fotógrafo Rogério Assis, editor da revista Pororoca irá contar um pouco da experiência desta revista onde a edição das matérias é quase sempre baseada na imagem e não no texto, como é mais comum nos veículos de comunicação impressos. Na pauta também, imagens da Amazônia com toda a sofisticação editorial da Revista.
NOITE DE PROJEÇÃO
Noite Especial da Fotografia Pernambucana / Curador Convidado Eduardo Queiroga
Em mais uma homenagem à fotografia pernambucana, Eduardo Queiroga organiza um recorte da produção fotográfica contemporânea de Pernambuco. São leituras de momentos de grande efervescência. O resultado de um movimento que acontece há alguns anos, exercido por fotógrafos cuja criatividade extrapolam suas fronteiras.
Mas, atenção! A movimentação em torno da imagem pernambucana não é de apenas fotógrafos, mas também de estudiosos, que também agitam a formação de um mercado e sua distribuição para resto do país. São eles, também, que agregam aquele conteúdo raro, cujo prazer da leitura é sempre presente.
Para Iniciar a Noite
O escritório de fotografias do paulista Luis Porchat apresenta seu acervo, uma apresentação recheada de belas imagens. Na sequência, o coletivo Kameraphoto apresenta um teaser do projeto “State of Affairs”. Para se ter uma idéia, eles colocaram 13 fotógrafos em 13 redações, em 13 países diferentes, para retratar o dia a dia do planeta.
Para terminar a noite
DJ Bebeto arrasa nas imagens, projeções e muito som!
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