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	<title>Paraty em Foco &#187; Instituto Moreira Salles</title>
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	<description>Blog de Fotografia</description>
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		<title>Instituto Moreira Salles lança ZUM, revista voltada à fotografia contemporânea</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 00:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ante contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
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		<description><![CDATA[Chegou a hora e a vez das revistas de fotografia! Neste mês, o Instituto Moreira Salles lança a ZUM, revista de 180 páginas dedicadas à fotografia contemporânea brasileira e estrangeira. O lançamento acontece no Rio de Janeiro, dia 6 de outubro, e logo em seguida em São Paulo, dia 8 de outubro.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2011/10/instituto-moreira-salles-lanca-zum-revista-voltada-a-fotografia-contemporanea/' addthis:title='Instituto Moreira Salles lança ZUM, revista voltada à fotografia contemporânea ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Chegou a hora e a vez das revistas de fotografia! Neste mês, o <a href="http://rpcfb.com.br/realizadores/instituto-moreira-salles/" target="_blank">Instituto Moreira Salles</a> lança a ZUM, revista de 180 páginas dedicadas à fotografia contemporânea brasileira e estrangeira. O lançamento acontece no Rio de Janeiro, dia 6 de outubro, e logo em seguida em São Paulo, dia 8 de outubro. Quem marca presença no lançamento é Peter Galassi, curador-chefe do Departamento de Fotografia do <a href="http://www.moma.org/" target="_blank">Museu de Arte Moderna de Nova York</a> entre 1991 e 2011. Também será apresentada uma entrevista com o fotógrafo <a title="Vamos falar de Robert Frank?" href="http://paratyemfoco.com/blog/2010/12/vamos-falar-de-robert-frank/" target="_blank">Robert Frank</a>, gravada em vídeo por João Moreira Salles em 1989. As imagens de Frank também marcam presença na revista, e são comentadas por Luc Sante. Confira o vídeo de divulgação:</p>
<p><object width="580" height="325"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9VIEAh6oBjI?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="325" src="http://www.youtube.com/v/9VIEAh6oBjI?version=3&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">A revista será semestral – sai em outubro e abril – e a proposta é trazer ensaios inéditos ou pouco conhecidos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, acompanhados de entrevistas, artigos e textos históricos.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro número traz trabalhos (dois deles inéditos) do canadense Jeff Wall, analisados um a um pelo especialista Craig Burnett. Com imagens de grandes dimensões, Jeff Wall ajudou a abrir as portas dos museus para a fotografia, possibilitando que essas obras pudessem dividir espaço com pinturas e esculturas.</p>
<p style="text-align: justify;">O escritor e jornalista inglês Geoff Dyer escreve sobre fotógrafos de rua que não saem de casa para trabalhar. Dyer tem como ponto de partida a menção honrosa que o fotógrafo alemão <a href="http://paratyemfoco.com/blog/2011/02/o-world-press-photo-o-google-street-view-e-o-futuro-por-talita-virginia/" target="_blank">Michael Wolf recebeu em um dos mais importantes prêmios de fotojornalismo do mundo (World Press Photo)</a> por uma série de imagens que fez diante da tela do computador, fotografando cenas que aparecem no programa Street View, captadas pelos carros do Google. Geoff Dyer também comenta os trabalhos de <a href="http://9-eyes.com/" target="_blank">Jon Rafman</a> e de Doug Rickard, fotógrafos que, cada um a seu modo, fazem um trabalho parecido com o de Michael Wolf.</p>
<p style="text-align: justify;">No maior ensaio fotográfico da revista, o crítico de cinema José Carlos Avellar conta como Jorge Bodanzky incluiu o cinema em sua carreira de fotógrafo. A edição também conta com quinze fotografias de <a title="Sempre Futuro: Miguel Rio Branco {por Laura Artigas}" href="http://paratyemfoco.com/blog/2011/09/sempre-futuro-miguel-rio-branco-por-laura-artigas/" target="_blank">Miguel Rio Branco</a>, quase todas inéditas, e para crítico de arte Rodrigo Naves, nessas fotos “<em>os objetos mantém uma relação generosa com o espaço. (&#8230;) Uma planta marítima levada pelas ondas, algumas conchas, restos de uma fogueira, tudo fala com lirismo de uma realidade amena, com a qual é possível conviver de modo suave</em>.”</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/post_blog.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19383" title="post_blog" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/post_blog.jpg" alt="" width="580" height="720" /><br />
</a><em>Capa da primeira edição da </em>ZUM</p>
<p style="text-align: justify;">Também ganha espaço a praia de Ramos, no Rio de Janeiro, fotografada por <a title="Nas janelas de Bittencourt [por Juan Esteves]" href="http://paratyemfoco.com/blog/2011/04/nas-janelas-de-bittencourt-por-juan-esteves/" target="_blank">Julio Bittencourt</a> sem retoques. “Aqui só vêm os nativos e todos falam a mesma língua, os mesmos sinais de que, preto ou branco, gordo ou magro, o importante não é sair bem na foto, mas sentir o sol na pele, beber uns gorós, tentar a sorte com alguém e chutar o tempo para longe”, escreve o jornalista Joaquim Ferreira dos Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no grupo dos brasileiros, a revista apresenta uma série que Luiz Braga vem construindo desde 2006, com imagens resultantes de experiências com o infravermelho de uma câmera digital na floresta amazônica. As fotografias são acompanhadas pelo comentário do escritor Joca Reiners Terron.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o ensaio de Henri Cartier-Bresson, publicado pela primeira vez em 1952 como abertura de seu livro <em>Images à la sauvette</em>, mostra que ele era tão talentoso escrevendo quanto fotografando. Hoje, quase 60 anos depois, o texto ainda guarda todo seu poder de provação. Cartier-Bresson convida a entender a câmera e a foto como propiciadores de um encontro com o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>ZUM </em>publica ainda uma entrevista feita pelo alemão Ulf Erdmann Ziegler com Bernd e Hilla Becher, concedida em 2000. O casal que influenciou a fotografia contemporânea fala do projeto que os ocupou por 50 anos: fotografar e classificar as estruturas industriais que seguem desaparecendo da paisagem moderna.</p>
<p style="text-align: justify;">E Fábio D’Almeida conta como os estudos sobre fotografia e movimento do americano Eadweard Muybridge em 1872 foram parar na pintura histórica de Pedro Américo. Editada por Thyago Nogueira e com direção de arte de Elisa von Randow, a publicação tem uma seção fixa, Retícula, onde são publicadas resenhas de publicações sobre fotografia.</p>
<p><strong>Lançamento da revista <em>+ </em></strong><strong>conferência com Peter Galassi</strong></p>
<p><strong>Onde?</strong> Instituto Moreira Salles – RJ // Rua Marquês de São Vicente 476 – Gávea, Rio de Janeiro, RJ<br />
<strong>Quando?</strong> 6 de outubro, quinta-feira, às 20h<br />
<strong>+info</strong> 21 3284-7400/ 21 3206-2500<br />
lugares limitados à lotação das salas :: tradução simultânea</p>
<p>+</p>
<p><strong>Onde? </strong>Livraria Cultura Conjunto Nacional // Teatro Eva Herz – Av. Paulista 2073 &#8211; Bela Vista – São Paulo, SP<br />
<strong>Quando?</strong> 8 de outubro, sábado, às 11h<br />
<strong>+info</strong> 11 3170-4059<br />
lugares limitados à lotação das salas (retirada de senhas a partir das 10h) + tradução simultânea</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2011/10/instituto-moreira-salles-lanca-zum-revista-voltada-a-fotografia-contemporanea/' addthis:title='Instituto Moreira Salles lança ZUM, revista voltada à fotografia contemporânea ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2010/10/aleksandr-rodtchenko-revolucao-na-fotografia/</link>
		<comments>http://paratyemfoco.com/blog/2010/10/aleksandr-rodtchenko-revolucao-na-fotografia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 00:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rabelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aleksandr Ródtchenko]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>

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		<description><![CDATA[A exposição intitulada “Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia” será aberta na próxima semana (4/11), no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2010/10/aleksandr-rodtchenko-revolucao-na-fotografia/' addthis:title='Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/Rodchenko_MothersPortrait_1924-val1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11470" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/Rodchenko_MothersPortrait_1924-val1.jpg" alt="" width="417" height="576" /></a></div>
<p style="text-align: center">Foto de Aleksandr Ródtchenko. Mother, 1924.</p>
<p>O Centro Cultural do Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro abre em 04 de novembro de 2010, às 19h30, a exposição “Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia” com cerca de 300 obras, entre fotografias, fotomontagens e o essencial da produção gráfica do artista russo (capas de livro, revistas e cartazes). O evento contará com uma programação paralela (ciclo de filmes soviéticos e seminário). Organizada pela Moscow House of Photography e com curadoria de Olga Svíblova (diretora do Museu), a mostra também será apresentada em São Paulo entre fevereiro e maio de 2011, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. A mesma exposição já foi apresentada em Londres, Berlim e Amsterdã. No dia 6 de novembro, às 16h, haverá uma vista guiada pela mostra com o curador local Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia revela ao expectador os temas descobertos e representados pelo fotógrafo-pensador ao longo dos anos em que fotografou ativamente (de 1924 a 1954). De fotomontagens a reportagens, de estudos arquitetônicos a retratos de seu círculo familiar e artístico (destaque para os famosos retratos do poeta Vladimir Maiakóvski), da ênfase na perspectiva e na profundidade à representação do movimento humano (nos esportes e no circo, por exemplo).</p>
<p>Aleksandr Ródtchenko (1891-1956) foi um dos grandes inovadores da arte de vanguarda do século XX. Aclamado internacionalmente como pintor, escultor e designer gráfico, Ródtchenko iniciou-se na fotografia na década de 1920. “Em 1924, a fotografia foi invadida por ele com o slogan ‘Nosso dever é experimentar’ firmado no centro de sua estética. O resultado dessa invasão foi uma mudança fundamental nas ideias sobre a natureza da fotografia e o papel do fotógrafo”, explica a curadora Olga Svíblova, diretora da Moscow House of Photography. Ródtchenko aliou a experimentação formal a preocupações documentais sobre a vida política e social da União Soviética em seu período inaugural, dos anos de Lênin até o regime repressor iniciado por Stálin (que o colocou no ostracismo nos seus últimos 20 anos de vida). “Ele introduziu a ideologia construtivista na fotografia e desenvolveu métodos e instrumentos para aplicá-las”, completa Olga.</p>
<p> No dia da abertura da exposição Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia será lançado o catálogo da mostra, com as obras que estarão expostas e textos da curadora Olga Svíblova, de Varvara Ródtchenko (filha do artista) e do próprio Aleksandr Ródtchenko.</p>
<p><strong>Seminário sobre a obra de Aleksandr Ródtchenko:</strong></p>
<p>Paralelamente à exposição, será apresentado no IMS-RJ um seminário gratuito de dois dias sobre o trabalho do artista. Veja abaixo a programação:</p>
<p>- 05/11, às 19h30 – Mesa-redonda Fotografia e cinema</p>
<p>·        Olga Nestertseva, vice-diretora da Moscow House of Photography</p>
<p> ·        Rubens Fernandes Jr., diretor da Faculdade de Comunicação da FAAP e pesquisador e  crítico de fotografia</p>
<p> ·        Sergio Burgi, coordenador de fotografia do Instituto Moreira Salles</p>
<p> ·        Lucio Agra, professor adjunto do Departamento de Linguagens do Corpo da PUC-SP, autor de Monstrutivismo &#8211; reta e curva das vanguardas (Ed. Perspectiva, 2010). </p>
<p> Mediação de José Carlos Avellar, consultor do cinema IMS-RJ</p>
<p> - 06/11, às 18h – Mesa-redonda Construtivismo</p>
<p> ·        Fernando Cocchiarale, curador e crítico de arte</p>
<p> ·        Rodolfo Capeto, designer e diretor da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI)/ UERJ</p>
<p> ·        Boris Schnaiderman, professor, crítico e tradutor, foi responsável pelo primeiro curso de Língua e Literatura Russa da USP</p>
<p>Mediação de Frederico Coelho, assistente de curadoria do MAM-Rio.</p>
<p><strong>Mostra de cinema soviético:</strong></p>
<p>Dentro da programação de cinema do mês de novembro, dedicada ao alemão Alexander Kluge, o curador do cinema do IMS-RJ José Carlos Avellar organizou um ciclo com alguns dos principais filmes soviéticos, como Encouraçado Potenkim (Sergei Eisenstein, 1925), filme para o qual Ródtchenko produziu os cartazes, e O homem com a câmera (Dziga Vertov, 1929). Alexander Kluge é diretor de Notícias de antiguidades ideológicas, longa que estará na mostra do IMS e que é baseado nas anotações de Eisenstein para filmar O capital. Veja a programação completa no site do IMS: www.ims.com.br.</p>
<p>Serviço: Exposição Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia. Vernissage: 04 de novembro de 2010. 19h: Apresentação musical do Quarteto de Cordas Rio Strings. Programa: “Quarteto de Cordas n. 8”, de Dimitri Shostakovich. 19h30: coquetel de lançamento para convidados. Exposição: de 05 de novembro de 2010 a 6 de fevereiro de 2011. De terça a sexta, das 13h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. Entrada franca. Classificação livre. De terça a sexta, às 17h, visita guiada pelas exposições. Ponto de encontro na recepção. Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400. Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro. Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea. Tel.: (21) 3284-7400</p>
<p><a href="http://www.ims.com.br/">www.ims.com.br</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/imoreirasalles">http://twitter.com/imoreirasalles</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2010/10/aleksandr-rodtchenko-revolucao-na-fotografia/' addthis:title='Aleksandr Ródtchenko: revolução na fotografia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O historiador Michael Fried vem ao Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 23:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rabelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Esteves]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Fried]]></category>

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		<description><![CDATA[Juan Esteves escreve sobre a vinda de Michael Fried ao Brasil para palestras a convite do Instituto Moreira Salles, no Rio e em São Paulo<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2010/10/o-historiador-michael-fried-vem-ao-brasil/' addthis:title='O historiador Michael Fried vem ao Brasil ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11186" class="wp-caption alignnone" style="width: 590px"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/LUC-DELAHAYE.png"></a></dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp">
<dl>
<dt></dt>
</dl>
</div>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/LUC-DELAHAYE1.png"></a></p>
<div class="mceTemp"><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/LUC-DELAHAYE2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-11188" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/LUC-DELAHAYE2.png" alt="" width="580" height="391" /></a>
<dl>
<dt><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/LUC-DELAHAYE.png"></a><p class="wp-caption-text">© Foto de Luc Delahaye.</p></div>
<dl></dl>
<dl></dl>
<p> <strong>Por Juan Esteves</strong></p>
<p>Faz tempo que os pensadores vem se dedicando a fotografia como forma de arte. Algumas décadas, para falar a verdade, seja filosoficamente como Barthes (Roland, 1915-1980) ou Flusser (Vilém, 1920-1991).  Através dos ensaios de Susan Sontag (1933-2004) ou pela semiótica de Umberto Eco. Há os que escolhem os caminhos do ensaio crítico, como Joan Fontcuberta e aqueles que se ligam a história, como Bóris Kossoy. Há também os que se utilizam de várias vertentes, como alguns acima citados.</p>
<p>O viés histórico também é o mesmo do crítico e historiador americano Michael Fried, autor do livro “Why photography matters as art as never before” (Yale University Press, 2008), que estará no Brasil na próxima semana, para palestras a convite do Instituto Moreira Salles, no Rio e em São Paulo. Por que nunca se pensou tanto na fotografia como forma de arte? Bem, uma resposta direta e não filosófica, poderia ser: Porque ela se tornou “definitivamente” uma forma de arte.</p>
<p>Fried, claro, foi muito mais além dessa resposta simplista e retrocedeu até o final da década de 70 quando a imagem fotográfica começa de fato a desvincular-se de funções documentais e jornalísticas e passa a ser incorporada por grandes galerias e museus com uma certa permanência. Para tanto, o autor foi buscar a resposta<strong> </strong>nos trabalhos de Jeff Wall, Cindy Sherman, Andreas Gursky, Luc Delahaye, Thomas Ruff, Philip Lorca di Corcia, Thomas Struth, Rineke Dijkstra, James Welling, Hiroshi Sugimoto e Patrick Faigenbaum entre outros.</p>
<p>O que fazem fotógrafos de diversas gerações &#8211; que cobrem mais de 40 anos -se tornarem assunto de uma mesma questão? Bem, poderíamos dizer que muitos deles praticam o que rotulamos de “realidade construída” ou a “staged photography”. No entanto, estão ali no meio, os franceses Delahaye e Faigerbaum, o primeiro representante direto do fotojornalismo e o outro, do documentário humano, cuja práxis se dá na história da fotografia. Como entender as distâncias e aproximar o raciocínio?</p>
<p>Fried busca na filosofia os significados de teatralidade ou literalidade, e também aquilo que faz a arte torna-se um mero objeto. Não precisamos retroceder a Lucáks (Georg,1885-1971) para descobrir que a coisificação do conceito imagético pode torná-lo automático ou passivo.Mas, para um PH.D em História da Arte, formado  em Harvard , a análise é mais complexa mesmo. Aqui reside a maior parte da sua importância hoje. É preciso deixar de lado a análise rasa, sem nos perdemos nos corredores da Academia. A recorrência aos pensadores é necessária, mesmo que alguém ache que o fotógrafo deve agir mais e pensar menos. Produzir mais e ler menos…(acreditem, tem gente que &#8220;pensa assim&#8221;…)</p>
<p>Em suas análises Fried provoca o leitor. Há momentos em que concordamos com ele, e outros não, como bem coloca Robin Kelsey, da ArtForum. Mais um motivo para ouví-lo. Não estamos em buscas de palavras que sacramentem as ideias e sim daquelas que promovam a sua discussão. Para o pensador americano, o “gueto fotográfico” não existe mais. Principalmente aqui no Brasil, esse maniqueísmo entre ser artista ou ser fotógrafo, já está prá lá de caduco. Ou seja, ainda há alguém que  duvida que a fotografia está na vanguarda da arte contemporânea?</p>
<p><strong>Palestra Michael Fried – Rio de Janeiro (IMS-RJ)</strong></p>
<p> 20 de outubro (quarta-feira), às 20h.</p>
<p>Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro</p>
<p>Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea</p>
<p>Tel.: (21) 3284-7400</p>
<p>www.ims.com.br</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>Lugares limitados</p>
<p>Tradução consecutiva</p>
<p><strong>Palestra Michael Fried – São Paulo (Centro Universitário Maria Antonia)</strong></p>
<p> 25 de outubro (segunda-feira), às 20h.</p>
<p>Centro Universitário Maria Antonia – USP</p>
<p>Rua Maria Antonia, 294 – Vila Buarque</p>
<p>Tel: (11) 3123-5201</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>Retirada de senhas meia hora antes do evento</p>
<p>Tradução simultânea.</p>
<p><a href="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/michael1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11199" src="http://paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/michael1.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2010/10/o-historiador-michael-fried-vem-ao-brasil/' addthis:title='O historiador Michael Fried vem ao Brasil ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pinturas e Platibandas de Anna Mariani</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2010/06/pinturas-e-platibandas-de-anna-mariani/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 12:47:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Anna Mariani]]></category>
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		<category><![CDATA[Juan Esteves]]></category>
		<category><![CDATA[Pinturas e Platibandas]]></category>

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		<description><![CDATA[Juan Esteves fala sobre o trabalho da fotógrafa Anna Mariani, atualmente exposto no Instituto Moreira Salles<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2010/06/pinturas-e-platibandas-de-anna-mariani/' addthis:title='Pinturas e Platibandas de Anna Mariani ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Sobrecapa_livro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8507" title="Sobrecapa.indd" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Sobrecapa_livro.jpg" alt="Sobrecapa.indd" width="580" height="461" /></a></p>
<p>Por Juan Esteves</p>
<p style="text-align: justify;">A carioca Anna Mariani não é uma fotógrafa dada a pirotecnias. Aliás, olhando o livro Pinturas e Platibandas, às vezes nos ocorre perguntar se ela é mesmo uma fotógrafa, diante de imagens que argumentam &#8211; por sua simplicidade &#8211; ao óbvio papel e funcionalidade de uma câmera fotográfica, em seu sentido mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos perguntar também se é uma artista,  diante do fato que seu objeto colecionado está imbuído naturalmente de um intrínseco e forte conteúdo artístico &#8211; de indiscutível discurso independente. No entanto Anna Mariani produz as duas coisas, arte e fotografia, de uma maneira tão simples e direta que pensamos paradoxalmente na negação imediata de uma prótese mediadora.</p>
<p style="text-align: justify;">A série de fotografias “Pinturas e Platibandas” foi exposta pela primeira vez em 1987, na XIX Bienal de Arte de São Paulo, o que significou uma atenção inusitada à fotografia para época. Não podemos esquecer que esta Bienal ficou conhecida como a “Bienal de Kiefer”, por conta da participação do artista Alemão Anselm Kiefer, que eclipsou até nomes como Marcel Duchamp, entre outros.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/pinturas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8570" title="pinturas" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/pinturas.jpg" alt="pinturas" width="580" height="319" /></a><br />
Foto: Anna Mariani. Iguatu, Ceará, 1983</p>
<p style="text-align: justify;">“Pinturas e Platibandas”, publicado agora pelo Instituto Moreira Salles, é uma reedição revista e ampliada pela autora, a partir de sua primeira publicação em 1987, pela editora Mundo Cultural. Na época, Mariani teve a felicidade de contar com um dos maiores experts gráficos no Brasil, Josef Brunner, que salvou a delicada edição de um possível desastre, coisa muito comum à época.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembremos que, há 23 anos, não havia uma “cultura” disseminada para as impressões de livros de fotografia. A maioria dos gráficos tratava um livro de imagens com a mesma consideração dada à impressão de palavras cruzadas. Mas profissionais como Brunner, que eram raríssimos, existiam  e nos deixaram um pequeno, porém importantíssimo legado.</p>
<p style="text-align: justify;">As “platibandas” documentadas por Mariani, segundo a mesma, entraram no Brasil junto com a Missão Francesa, e no século XX já estavam em praticamente todo Nordeste brasileiro. No entanto, é difícil hoje em dia não encontrar uma pequena cidade do interior de qualquer lugar do país que não tenha um exemplo deste detalhe arquitetônico popular, que na verdade é quase instintivo, usado na maioria das vezes para ocultar as calhas de água ou o acabamento rústico do telhado.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Gravata_Pernambuco.jpg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8513" title="Gravata_Pernambuco.jpg" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Gravata_Pernambuco.jpg.jpg" alt="Gravata_Pernambuco.jpg" width="580" height="285" /></a><br />
Foto: Anna Mariani. Gravatá, Pernambuco, 1982</p>
<p style="text-align: justify;">Os “beirais” que faziam parte do período colonial foram paulatinamente substituídos pelas platibandas, pintadas com cal e pó xadrês. A cal guarda uma semelhança com a aquarela por ter uma certa transparência, e aceitar sobreposição de cores.  Também reage com o tempo e com a chuva. Em 1987 a autora já contabilizava ter fotografado 1200 fachadas, nas 14 viagens que fizera aos 7 estados do Nordeste, em mais de 100 localidades.</p>
<p style="text-align: justify;">“Pintura”, esclarece a fotógrafa, é como os moradores nomeiam sua fachadas ornamentadas. A série nasceu espontaneamente das suas viagens com os filhos e foi crescendo à medida de seu interesse pelo resultado.  A edição já estava em andamento quando ela recebeu o convite da Bienal para mostras fotografias de 100 fachadas. De inicio já rompia com a harmonia e delicadeza de uma publicação. Mas, a curadora Rosely Nakagawa elaborou um singular espaço expositivo onde haviam salas que organizavam as imagens conforme a luz do dia. Sala do amanhecer, do meio dia, do entardecer.</p>
<p style="text-align: justify;">O filósofo Jean Baudrillard (1929-2007), no texto “O objeto puro”, diz que as fotografias brilhavam com um objeto intemporal, com a grandeza de um estilo. Entretanto, pensa que havia uma confusão, anacrônica em estarem lá expostas como arte contemporânea. “De fato é arquitetura, mas este termo é muito pretensioso. Em última instância trata-se de um objeto puro, nascido na confluência da expressão gráfica”.</p>
<p style="text-align: justify;">Baudrillard também nota que Mariani integra sua fotografia à inspiração cênica, ao grafismo primevo da gente do povo. A fotografia absorve o objeto e é absorvida por ele, com a mesma regra rigorosa do despojamento &#8211; despojamento físico desta pobreza, despojamento metafísico de sua expressão no jogo de linhas e cores de suas fachadas, despojamento e perfeição fotográfica de sua reprodução.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Serrinha_Bahia.jpg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8515" title="Serrinha_Bahia.jpg" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Serrinha_Bahia.jpg.jpg" alt="Serrinha_Bahia.jpg" width="580" height="313" /></a><br />
Foto: Anna Mariani. Serrinha, Bahia, 1983</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira edição, a idéia do amigo, o publicitário Gabriel   Zellmeister, foi criar uma escala a partir do tamanho das portas, idéia   que foi repetida nesta edição, mantendo a compreensão espacial do  conjunto. Cerca de 80 cidades estão no livro. Às vezes são vilarejos,  periferias das cidades, algumas têm elementos art deco e algumas variam  na decoração e outras no arranjo. Apenas 25 destas fazem parte da  exposição no IMS.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de uma arquitetura urbana tão decadente e carente de mínima criatividade, estes registros de Anna Mariani se tornam ainda mais fortes. Em tempo de uma imagética inconsistente, que cria simulacros de complexidade conceitual, a imagem limpa e direta se mostra cada vez mais longeva, capaz de atravessar décadas e manter um forte conteúdo extraído da simplicidade apresentada.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Pinturas e Platibandas,</em> de Anna Mariani<br />
Edição Instituto Moreira Salles – IMS<br />
Textos de Ariano Suassuna, Jean Baudrillard e Caetano Veloso.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ana Mariana: Pinturas e Platibandas</em><br />
Exposição até 01 de agosto de 2010<br />
Horário de visitação: de terça a sexta, das 13h às 19h; sábados e domingos, das 13h às 18h.<br />
Instituto Moreira Salles &#8211; Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis &#8211; São Paulo</p>
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<p class="MsoNormal"><strong><span>Pinturas e Platibandas de Anna Mariani </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Por Juan Esteves</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A carioca Anna Mariani não é uma fotógrafa dada a pirotecnias. Aliás, olhando o livro <strong>Pinturas e Platibandas</strong>, às vezes nos ocorre perguntar se ela é mesmo uma fotógrafa, diante de imagens que argumentam &#8211; por sua simplicidade &#8211; ao óbvio papel e funcionalidade de uma câmera fotográfica, em seu sentido mais amplo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Podemos perguntar também se é uma artista, diante do fato que seu objeto colecionado está imbuído naturalmente de um intrínseco e forte conteúdo artístico &#8211; de indiscutível discurso independente. No entanto, Anna Mariani produz as duas coisas, arte e fotografia, de uma maneira tão simples e direta que pensamos paradoxalmente na negação imediata de uma prótese mediadora.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A série de fotografias “Pinturas e Platibandas” foi exposta pela primeira vez em 1987, na XIX Bienal de Arte de São Paulo, o que significou uma atenção inusitada à fotografia para a época. Não podemos esquecer que esta Bienal ficou conhecida como a “Bienal de Kiefer”, por conta da participação do artista Alemão Anselm Kiefer, que eclipsou até nomes como Marcel Duchamp, entre outros.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>“Pinturas e Platibandas”, publicado agora pelo Instituto Moreira Salles, é uma reedição revista e ampliada pela autora, a partir de sua primeira publicação em 1987, pela editora Mundo Cultural. Na época, Mariani teve a felicidade de contar com um dos maiores experts gráficos no Brasil, Josef Brunner, que salvou a delicada edição de um possível desastre, coisa muito comum à época.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Lembremos que há 23 anos, não havia uma “cultura” disseminada para as impressões de livros de fotografia. A maioria dos gráficos tratava um livro de imagens com a mesma consideração dada a impressão de palavras cruzadas. Mas profissionais como Brunner, que eram raríssimos, existiam e nos deixaram um pequeno, porém importantíssimo legado. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>As “platibandas”, documentadas por Mariani, segundo a mesma, entraram no Brasil junto com a Missão Francesa, e no século XX já estavam em praticamente todo Nordeste brasileiro. No entanto, é difícil hoje em dia não encontrar uma pequena cidade do interior de qualquer lugar do país que não tenha um exemplo deste detalhe arquitetônico popular, que na verdade é quase instintivo, usado na maioria das vezes para ocultar as calhas de água ou o acabamento rústico do telhado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Os “beirais” que faziam parte do período colonial foram paulatinamente substituídos pelas platibandas, pintadas com cal e pó xadrês. A cal guarda uma semelhança com a aquarela por ter uma certa transparência, e aceitar sobreposição de cores. <span> </span>Também reage com o tempo e com a chuva. Em 1987 a autora contabilizava ter fotografado já 1.200 fachadas, nas 14 viagens que fizera aos 7 estados do Nordeste, em mais de 100 localidades.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>“Pintura”, esclarece a fotógrafa, é como os moradores nomeiam sua fachadas ornamentadas. A série nasceu espontaneamente das suas viagens com os filhos e foi crescendo a medida de seu interesse pelo resultado. <span> </span>A edição já estava em andamento quando ela recebeu o convite da Bienal para mostrar fotografias de 100 fachadas. De início já rompia com a harmonia e delicadeza de uma publicação. Mas, Rosely Nakagawa elaborou um singular espaço expositivo onde havia salas que organizavam as imagens conforme a luz do dia. Sala do amanhecer, do meio dia, do entardecer. Um trabalho genial de curadoria.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Na primeira edição, a idéia do amigo Gabriel Zellmeister foi criar uma escala a partir do tamanho das portas, idéia &#8211; também genial &#8211; que foi repetida nesta edição, mantendo a compreensão espacial do conjunto. Cerca de 80 cidades estão no livro. Às vezes são vilarejos, periferias das cidades, algumas têm elementos art deco e algumas variam na decoração e outras no arranjo. Apenas 25 destas fazem parte da exposição no IMS.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Em tempos de uma arquitetura urbana tão decadente e carente de mínima criatividade, estes registros de Anna Mariani se tornam ainda mais fortes. Em tempo de uma imagética inconsistente, que cria simulacros de complexidade conceitual, a imagem limpa e direta se mostra cada vez mais longeva, capaz de atravessar décadas e manter um forte conteúdo extraído da simplicidade apresentada.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Pinturas e Platibandas de Anna Mariani</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Edição Instituto Moreira Salles –IMS</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Ana Mariana: Pinturas e Platibandas</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Exposição até 01 de agosto de 2010</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Horário de visitação: de terça a sexta, das 13h às 19h.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Sábados e domingos, das 13h às 18h.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Instituto Moreira Salles, Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis &#8211; São Paulo</span></p>
</div>
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		<title>Duas vezes Haruo Ohara, por Juan Esteves</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 13:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Estúdio Madalena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[editora positivo]]></category>
		<category><![CDATA[haruo ohara]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Esteves]]></category>

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		<description><![CDATA[Juan Esteves comenta dois livros do lavrador e "fotógrafo diletante" Haruo Ohara.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2010/01/haruo-ohara-por-juan-esteves/' addthis:title='Duas vezes Haruo Ohara, por Juan Esteves ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Kochi, no sul do Japão, é uma cidade com vistas para a pequena baía de Urado, cortada por vários rios, e cercada por montanhas e pequenos montes. Foi deste belo lugar que o lavrador e fotógrafo diletante Haruo Ohara zarpou para o Brasil, a bordo do navio Hawaii Maru em 1927. Dezenove anos antes, o vapor Kasato Maru trazia a primeira leva de imigrantes japoneses para o país.</p>
<div id="attachment_5068" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo4.jpg"><img class="size-full wp-image-5068" title="juan-haruo4" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo4.jpg" alt="Foto: Haruo Ohara" width="500" height="508" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Haruo Ohara</p></div>
<p>Haruo Ohara (1909-1999) ainda não tinha 18 anos de idade, e segundo seus biógrafos Rogério Ivano e Marcos Losnak, autores do livro <em>Lavrador de imagens, uma biografia de Haruo Hara</em> (S.H.Ohara, 2003), foi para uma terra onde se dizia crescer “árvore do dinheiro”, o café. Estas informações também estão no texto que os historiadores assinam em <em>Haruo Ohara</em>, publicado pela Editora Positivo (2008) sob coordenação do fotógrafo Orlando Azevedo, que também assina a curadoria e o projeto editorial.</p>
<p><em>Haruo Ohara Fotografias</em>, edição do Instituto Moreira Salles (2008), foi publicado para acompanhar a exposição que esteve na Galeria do Sesi nos meses de fevereiro e março de 2009, com curadoria de Sergio Burgi, responsável pela reserva técnica do Instituto no Rio de Janeiro. O livro traz um poético texto do jornalista e fotógrafo Marcos Sá Correia e as imagens impressas em ambas edições pertencem ao acervo do IMS, doadas pela família do fotógrafo.</p>
<div id="attachment_5067" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo3.jpg"><img class="size-full wp-image-5067" title="juan-haruo3" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo3.jpg" alt="Foto: Haruo Ohara" width="500" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Haruo Ohara</p></div>
<p>A edição curitibana é pequena, num formato quase pocket, trilíngue em português, japonês e inglês. A edição do IMS traz apenas texto em português, tem um formato maior e é também em brochura como a outra. Embora uma seja maior que a outra, a mancha de imagem é praticamente a mesma, devido ao aproveitamento diferente da diagramação. Em comum também, ambas grafam errado o nome do Foto Cine Clube Bandeirante que neste ano completou 70 anos de atividades, aliás, habitualmente escrito no plural.</p>
<p>Por que duas edições simultâneas sobre Ohara? Sem considerar a comemoração dos 100 anos da imigração japonesa, basta abrir qualquer um dos livros, até mesmo aleatoriamente, e se obtém a resposta imediata: o fotógrafo é um diamante raro em meio a tanto carvão. Ou melhor, um fotógrafo de talento exemplar que trabalhou como agricultor no interior do Paraná. De fato, Ohara quando chegou ao Brasil foi para Cotia, em São Paulo, onde, contam seus biógrafos, “o sonho da fartura acabou numa plantação de batatas”.</p>
<div id="attachment_5066" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo2.jpg"><img class="size-full wp-image-5066" title="juan-haruo2" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo2.jpg" alt="Foto: Haruo Ohara" width="500" height="313" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Haruo Ohara</p></div>
<p>Sem perder a esperança, Ohara viu o sonho melhorar depois de uns três anos de trabalho duro, quando sua família teve seu pedaço de terra ao lado do rio Paranapanema, num pequeno povoado que em 1934 passou a levar o nome Londrina. A cidade teve uma colonização espontânea que começou em 1904. Lugar de terra roxa e muito fértil, hoje tem perto de 500 mil habitantes, mas a agricultura ainda é o forte. Foi lá também que comprou sua primeira câmera usada, de um amigo que também foi seu primeiro mestre.Em seu diário anotou: “De cada dez fotos, três eram boas”.</p>
<p>Uma de suas primeira imagens, de 1938, foi o retrato da esposa Kô, num campo de laranjas, em roupas de trabalho. A esposa seria muito retratada até pouco antes de morrer em 1973. Tanto ela, quanto sua mãe, seus filhos, a avó, os cunhados e amigos próximos estão registrados na edição. Apesar de certa formalidade, Ohara esbanja elegância e já utilizava fundos neutros, como os usados por Weston ou Avedon. Um cobertor pendurado no varal era o suficiente. A técnica da luz natural distante do fundo lhe dava também uma ampla gama de tonalidades que ele usava sabiamente.</p>
<div id="attachment_5065" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo.jpg"><img class="size-full wp-image-5065" title="juan-haruo" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/juan-haruo.jpg" alt="Foto: Haruo Ohara" width="500" height="504" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Haruo Ohara</p></div>
<p>Em 1951, o fotógrafo foi um dos fundadores do Foto Cine Clube de Londrina, ano em que também se inscreve no lendário Foto Cine Clube Bandeirante, por onde passaram nomes como Thomaz Farkas e German Lorca, e participa de inúmeros salões nacionais. Em sua vasta obra, uma visão oriental permanente onde se percebe de imediato o estudo da composição. Mesmo quando é lúdico o fotógrafo não deixa de também ser arrojado. A precisão da iluminação – constante – passeia por seu mundo mais pessoal e familiar e se estende às suas paisagens, que apesar do curto raio da distância ganha ares de grandeza.</p>
<p>Haruo Ohara foi homenageado, em 1988, nos 80 anos da imigração japonesa. “Já não era um imigrante, e sim, um dos pioneiros da construção de Londrina” contam Ivan e Losnak; em 2003 foi lembrado com uma sala especial na 12ª edição da Coleção Pirelli-MASP, em São Paulo. Seu neto Saulo Ohara recebeu a homenagem por ele. Agora são mais dois livros que se somam aos inúmeros catálogos de clubes a fazer justiça a esse brilhante fotógrafo que, em meio a lavoura escondida, soube ser um dos mais universais fotógrafos que este pais já viu.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Haruo Ohara</em>. Curadoria e projeto editorial de Orlando Azevedo; textos de Rogério Ivano, Marcos Losnak e Orlando Azevedo. Editora Positivo.<br />
<em>Haruo Ohara Fotografias</em>. Textos de Sergio Burgi e Marcos Sá Correia. Edição <a href="http://ims.uol.com.br/" target="_blank">Instituto Moreira Salles</a> Isbn-978-85-86707-29-2.</p>
<p><em><strong>Juan Esteves, fotógrafo, vem escrevendo seus artigos desde 1988 na Folha de S. Paulo. Foi colunista da Revista Iris Foto e editor e colunista do Fotosite. É articulista da revista Fotografe Melhor e colaborador de textos e imagens para revistas como Mitsubishi, Living Alone, Viaje Mais e editora Cosac Naify. Agora, no blog do Paraty em Foco, Juan posta, todas as sextas-feiras, textos inéditos ou publicados – os últimos, com reedição e atualização feitas especialmente para este blog.</strong></em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2010/01/haruo-ohara-por-juan-esteves/' addthis:title='Duas vezes Haruo Ohara, por Juan Esteves ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A velocidade do tempo, Porto Seguro e SP-Arte/Foto</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 16:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucianacavalcanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Bonni Benrubi]]></category>
		<category><![CDATA[colecionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio porto seguro 2009]]></category>
		<category><![CDATA[SP Arte/Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[velocidade]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Benjamin]]></category>

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		<description><![CDATA[As galerias no Brasil estão dando mais atenção agora à fotografia e tratando ela como obra de arte. É a reprodução do tempo, o estático do tempo, a eternização dele... Aumentando a lista (ainda bem!) dos mantenedores desta necessidade - os fotógrafos, artistas ou sem esta intenção - neste ato de perpetuar, de evitar a morte do tempo, por assim dizer.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/09/a-velocidade-do-tempo-o-premio-porto-seguro-e-a-sp-artefoto/' addthis:title='A velocidade do tempo, Porto Seguro e SP-Arte/Foto ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3567" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-3567" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/todas1.jpg" alt="foto: luciana cavalcanti" width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">foto: luciana cavalcanti</p></div>
<p align="justify">Este ano o Prêmio Porto Seguro tem o tema o &#8220;Tempo e a Fotografia&#8221;. Vasto mundo, mundo vasto&#8230; E os fotógrafos falavam: &#8220;pode ser qualquer assunto, qualquer coisa para enviar para o Prêmio, né?&#8221; Repito o &#8220;qualquer coisa&#8221; porque a interpretação do tema era muito subjetiva, apesar de parecer objetiva.</p>
<p align="justify">Pois assistindo a palestra maravilhosa no evento do SP-Arte/Foto semana passada aqui no Shopping Iguatemi, em São Paulo da galerista americana <a href="http://www.bonnibenrubi.com/">Bonni Benrubi</a>, de Flávio Pinheiro e de Sérgio Burgi, ambos do <a href="http://ims.uol.com.br/ims/">Instituto Moreira Salles</a>, vi uma clara ligação entre este tema deste concurso e a consideração feita por Flávio Pinheiro, diretor executivo do IMS, sobre a velocidade. Boa discussão para tese de doutorado e para vida mesmo. &#8220;<em>O futuro é a velocidade e a velocidade é a principal aliada da amnésia.</em></p>
<p align="justify">Não temos tempo mais para pensar no nosso dia, como foi o nosso trabalho, nossas ligações para amigos (quando acontecem, é claro)&#8230; Nosso banho é uma correria. Às vezes nasce uma nova pereba e nem vimos!!! Nossa memória está indo embora, porque não praticamos, não exaurimos, não movimentamos ela. Alzheimers e alzheimers estão no auge.</p>
<p align="justify">E por isso mesmo estamos nos dando conta demais de que o passado é muito importante. Por isso o crescimento do colecionismo, da preservação e conservação de acervos, traz fortes benefícios nesta relação com o tempo da vida. Flávio Pinheiro mesmo disse: &#8220;<em>o passado está na moda</em>&#8220;. A maior prova disso é nossa necessidade de sempre termos um computador com memória cada vez maior para podermos armazenar o que bem entendemos e o que precisamos. E para não nos esquecermos.</p>
<p align="justify">As galerias no Brasil estão dando mais atenção agora à fotografia e tratando ela como obra de arte. É a reprodução do tempo, o estático do tempo, a eternização dele&#8230; Aumentando a lista (ainda bem!) dos mantenedores desta necessidade &#8211; os fotógrafos, artistas ou sem esta intenção &#8211; neste ato de perpetuar, de evitar a morte do tempo, por assim dizer.</p>
<p align="justify">E a Bonni Benrubi, na sua palestra deve ser citada como uma desbravadora simples e objetiva neste processo tanto de colecionismo, como no de preservação da memória, como na busca por eternizantes de peso, que no início podem pesar umas poucas graminhas, mas que anos depois, neste mercado passam a nem num container caber, de tanto que cresceram e viraram verdadeiros elefantes cheios de reconhecimento pelo seu trabalho e obra. E como ela tem colaborado nisso!! Citou vários artistas fotógrafos que no início tinham suas fotos orçadas em U$ 500,00 e agora, nem citar valores é possível!!! Chegaram no topo!!!</p>
<p align="justify">O cubano, <a href="http://www.abelardomorell.net/">Abelardo Morel</a> é um exemplo disso. Segundo Bonni, era um artista iniciante, quando ela resolveu investir nele. Ela acredita no olhar e perfil de muitos iniciantes. E pelo que ouvi na palestra, ela adora artistas que estão começando. E depois: booom!!!!!! Explodem e viram o sucesso que às vezes nem imaginavam que teriam. Hoje, Abelardo é representado em muitas galerias no mundo, está em mais de 80 museus&#8230; Crescimento exponencial&#8230;</p>
<p align="justify">E o IMS, é uma referência no compromisso com a educação do olhar na fotografia. Palavras de Sérgio Burgi, coordenador do setor de Fotografia do IMS. A sua palestra foi de brilhar os olhos!! Ele deseja num futuro próximo criar uma bolsa de pesquisa em fotografia no Instituto. Traçou os caminhos desejáveis e que já estão sendo postos em prática. Ele quer trazer mais clássicos da fotografia Brasileira e de fora. Ano que vem pretende nos presentear com <a href="http://www.masters-of-photography.com/R/rodchenko/rodchenko.html">Alexander Rodchenko</a>. Confesso que quase tive um troço, porque amo o trabalho do russo construtivista Rodchenko.</p>
<p align="justify"><span style="font-weight: normal">Isso tudo me fez lembrar da faculdade quando li o mais que conhecido texto de Walter Benjamin, da Escola de Frankfurt sobre a</span><strong> </strong><span style="font-weight: normal"><a href="http://www.dorl.pcp.pt/images/SocialismoCientifico/texto_wbenjamim.pdf">Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica</a>. Vale ler de novo, de novo, de novo e de novo. Em tempos de colecionismo e discussões sobre o próprio tempo da fotografia, valem as pesquisas de conteúdo sobre o assunto. Vale pesquisar o tempo e a fotografia em época virtual de armazenamento e memória.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-weight: normal"><img class="alignnone size-full wp-image-3565" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/conviteporto.jpg" alt="convite porto seguro 2009" width="550" height="961" /></span></p>
<p align="justify"><span style="font-weight: normal">Em tempo, falando dele&#8230; A exposição do <a href="http://www.portoseguro.com.br/porto-seguro/corporacao-porto-seguro/projetos-institucionais/premio-fotografia/ganhadores-2009.html?WT.slv=inst_premiofotografia_ganhadores">Prêmio Porto Seguro</a> (leiam no site os ganhadores e selecionados) será aberta no próximo dia 06 de outubro, às 19h, no prédio sede, na R. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo – SP. Vai a imagem do convite aí arriba. E procurem a Bonni Benrubi. Vale a pena! </span></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/09/a-velocidade-do-tempo-o-premio-porto-seguro-e-a-sp-artefoto/' addthis:title='A velocidade do tempo, Porto Seguro e SP-Arte/Foto ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>SP-Arte/Foto</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 13:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cia de Foto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[autoral]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Feitosa]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Cravo Neto]]></category>
		<category><![CDATA[SP Arte/Foto]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma baita feira de fotografia, aliás a maior do país! 17 Galerias reunidas e muito trabalho a mostra. Na última quinta, dia 10 de setembro, por exemplo, teve uma palestra com Elliott Erwitt, da Magnum, em companhia de Cassiano Elek Machado, diretor editorial da Cosac Naify.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/09/sp-artefoto/' addthis:title='SP-Arte/Foto ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3177" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-3177" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/MG_4515.jpg" alt="© Cia de Foto" width="590" height="397" /><p class="wp-caption-text">© Cia de Foto</p></div>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #888888;">Fotos de <a href="http://www.cravoneto.com.br/" target="_blank">Mario Cravo Neto</a>, expostas no stand da <a href="http://www.paulodarzegaleria.com.br/" target="_blank">galeria Paulo Darzé</a></span></p>
<p>Uma baita <a href="http://www.sp-arte.com/foto/" target="_blank"><strong>feira </strong></a>de fotografia, aliás a maior do país! 17 Galerias reunidas e muito trabalho a mostra.</p>
<p>Na última quinta, dia 10 de setembro, por exemplo, teve uma palestra com <a href="http://www.elliotterwitt.com/lang/index.html" target="_blank">Elliott Erwitt</a>, da <a href="http://www.magnumphotos.com/" target="_blank">Magnum</a>, em companhia de Cassiano Elek Machado, diretor editorial da <a href="http://www.cosacnaify.com.br/intro.asp" target="_blank">Cosac Naify</a>.</p>
<div id="attachment_3178" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-3178" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/MG_4504.jpg" alt="© Cia de Foto" width="590" height="397" /><p class="wp-caption-text">© Cia de Foto</p></div>
<p>Quem trouxe Erwitt para o evento foi Jully Fernandes, da <a href="http://www.galeriadebabel.com.br/" target="_blank">Galeria Babel.</a></p>
<div id="attachment_3179" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-3179" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/MG_4528.jpg" alt="© Cia de Foto" width="590" height="397" /><p class="wp-caption-text">© Cia de Foto</p></div>
<p>No sábado, 12 de setembro, 12hr, terá uma mesa com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Milton_Guran" target="_blank">Milton Guran</a> e Jean-Luc Monterosso, diretor da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Maison_européenne_de_la_photographie" target="_blank">Maison Eropéenne de la Photographie</a></p>
<div id="attachment_3180" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-3180" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/MG_4517.jpg" alt="© Cia de Foto" width="590" height="397" /><p class="wp-caption-text">© Cia de Foto</p></div>
<p>Acima fotos de <a href="http://www.luizbraga.fot.br/" target="_blank">Luiz Braga </a>expostas no stand da <a href="http://www.galerialeme.com/" target="_blank">Galeria Leme</a>.</p>
<div id="attachment_3181" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-3181" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/MG_4512.jpg" alt="© Cia de Foto" width="590" height="397" /><p class="wp-caption-text">© Cia de Foto</p></div>
<p>Acima,<strong> Fernanda Feitosa</strong>, idealizadora da Feira.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/09/sp-artefoto/' addthis:title='SP-Arte/Foto ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A foto ideal!, por Juan Esteves</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 14:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Belém</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[A foto ideal!]]></category>
		<category><![CDATA[IMS]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Otto Stupakoff]]></category>
		<category><![CDATA[Sequências Otto Stupakoff]]></category>

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		<description><![CDATA["Melhor do que ver a “foto ideal” de um grande fotógrafo como o paulista Otto Stupakoff (1935-2009) é ver todo seu processo de criação através de uma folha de contato, de uma sequência de imagens, fotogramas anteriores e posteriores até chegar naquela imagem perfeitamente eleita."

Juan Esteves<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/08/a-foto-ideal-por-juan-esteves/' addthis:title='A foto ideal!, por Juan Esteves ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2635" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/OTTOultimas-fotos-juan-esteves-2009-web.jpg" alt="" width="580" height="641" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #888888;">Foto: Juan Esteves | <em>Otto Stupakoff</em>, 2009</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A foto ideal!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por Juan Esteves</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor do que ver a “foto ideal” de um grande fotógrafo como o paulista Otto Stupakoff (1935-2009) é ver todo seu processo de criação através de uma folha de contato, de uma sequência de imagens, fotogramas anteriores e posteriores até chegar naquela imagem perfeitamente eleita. Mas será que ela seria mesmo tão perfeita? A revisão de um rolo de filme, de um contato abandonado, pode trazer surpresas quando olhado novamente anos ou décadas depois. Também, um outro olhar diferente do envolvimento mais pessoal do autor pode revigorar aquele frescor que ficou latente.</p>
<p style="text-align: justify;">No livro <strong>“Sequências Otto Stupakoff”</strong> publicado pelo IMS Instituto Moreira Salles com imagens que agora fazem parte do seu vasto acervo, a oportunidade de conhecer o raciocínio ou o “modus operandi” de um grande artista é uma das poucas oportunidades que os livros de fotografia no Brasil trazem. No exterior, muitas das edições, como Diane Arbus, Revelations, (Randon House, 2003) ou Richard Avedon An Autobiography (Randon House, 1993), apenas para ficar com duas enorme publicações, são um exemplo, entre dezenas.</p>
<p style="text-align: justify;">De formato não tão ostensivo como os previamente citados, as mais de 200 imagens de Stupakoff são uma verdadeira lição de como fotografar. O formato é médio e em paperback, mas de alta qualidade, facilita a consulta e o manuseio, bem como a distribuição em capítulos como Moda, Viagens, Crianças, Nus e Mulheres além da variações. Um apanhado significativo do que Otto Stupakoff produziu.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor ainda são os três textos escritos pelo mesmo, originalmente em inglês, cujo caráter memorialístico só acrescenta prazer a leitura. Stupakoff era o que se pode chamar de “renascentista” um sujeito cuja ampla cultura só acrescentava subsídios a sua obra fotográfica (para desespero das pobres produtoras de moda das revistas brasileiras).</p>
<p style="text-align: justify;">Uma viagem pelo rio Amazonas na década de 1970 tem o título de “Ci”, embora algumas fontes datem a viagem entre 1976 e 1978. “Kolkata” relata o encontro de Stupakoff com duas garotas indianas em Calcutá. O fotógrafo esteve na India em 1969 e há uma imagem creditada por ele “duas garotas”. “Mulher de Praga” narra parte da sua terceira viagem à capital da República Tcheca, que ocorreu em 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">É interessante notar como as narrativas se compõem com suas imagens, mesmo aquelas não diretamente relacionadas . É claro, o trajeto entre o pensador e o fotógrafo é evidenciado finalmente. Talvez para por um ponto final naquelas análises nem tão substanciais da crítica que acabavam por não identificar um episódio cultural de seu aspecto fashion. Aliás um engano até hoje cometido, cuja culpa sempre é de certos pensadores recorrentes, (Barthes dizia isso… Flusser dizia aquilo..) como a justificar as idiossincrasias de quem as escreve.</p>
<p style="text-align: justify;">Em várias sequências editadas, o descarte de Stupakoff é posto em confronto com suas imagens selecionadas. O livro não é categórico na escolha, muito menos a reinvindica, isso fica a cargo do leitor e de sua consciência, ou melhor, de seu vocabulário. A idéia é mesmo suscitar esta saudável digressão de uma escolha mais pessoal. Por certo, muitas pessoas terão suas opções e outras, sabiamente ou não , concordarão com a história feita.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1995 Josef Koudelka declarou aqui mesmo em São Paulo, no MASP, que estava revendo há mais de um ano seus negativos antigos. Para quem não fotografa, soou muito estranho. Aliás até mesmo quem fotografa, mas vive do imediatismo, também deve ter achado estranho. No entanto, Koudelka explicou aos felizardos ouvintes o seu objetivo, que é muito simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, mudamos de opinião, talvez, melhoramos nossas imagens – e simplesmente – mudamos nosso ponto de vista. Simples não? Pois é, certos fotógrafos não vivem de complicar a compreensão de suas imagens, bem como não necessitam de tradutores literatos. Otto Stupakoff , assim como Kouldelka, também era assim, e por certo adoraria discutir sobre os fotogramas de antes e aqueles que foram feitos depois daquela perfeita imagem eleita!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>:::</strong> Exposição com imagens adicionais àquelas do livro na sede do IMS em São Paulo, até 22 de novembro de 2009. Rua Piaui, 844, Higienópolis, São Paulo. Dias e horários, no www.ims.com.br ou pelo telefone 11- 3825 2560</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2636" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/tom-jobim-por-otto-1964-jpeg.jpg" alt="" width="580" height="356" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #888888;">Fotos: Otto Stupakoff</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #888888;">Tom Jobim, 1964</span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2637 alignnone" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/foto3_322.jpg.jpeg" alt="" width="398" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2638 alignnone" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/otto_-ansiedade-1990.jpg" alt="" width="266" height="400" /></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/08/a-foto-ideal-por-juan-esteves/' addthis:title='A foto ideal!, por Juan Esteves ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Exposição homenageia Otto Stupakoff</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 03:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rabelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Otto Stupakoff]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Moreira Salles abre, em 20 de agosto, às 19h, a exposição “Otto Stupakoff. Fotografias”, com 70 obras do fotógrafo. Na mesma data, o IMS lança o livro Seqüência, com apresentação do fotógrafo Bob Wolfenson.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/08/exposicao-homenageia-otto-stupakoff/' addthis:title='Exposição homenageia Otto Stupakoff ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2096" class="wp-caption aligncenter" style="width: 590px"><img class="size-full wp-image-2096" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/Otto.-Garota-cigana-1970-Otto-Stupakoff-Instituto-Moreira-Salles.jpg" alt="© Foto de Otto Stupakoff/ Instituto Moreira Salles. Garota cigana, s/l, 1970." width="580" height="347" /><p class="wp-caption-text">© Foto de Otto Stupakoff/ Instituto Moreira Salles. Garota cigana, s/l, 1970.</p></div>
<p>O Instituto Moreira Salles abre, em 20 de agosto, às 19h, a exposição “Otto Stupakoff. Fotografias”, com 70 obras do fotógrafo.</p>
<p>A mostra é uma homenagem ao trabalho de Otto, falecido dia 22 de abril deste ano, e uma oportunidade para os paulistanos admirarem a obra do artista, considerado um dos grandes fotógrafos de moda no país. A exposição reúne uma pequena retrospectiva do trabalho de Otto, baseando-se em três temas preferenciais: moda, mulheres e retratos de celebridades, como Jack Nicholson, Sharon Tate e Tom Jobim. Grande parte das fotos são resultados de trabalhos feitos para revistas internacionais como Vogue, Elle, Marie Claire e Cosmopolistan.</p>
<p>Na mesma data, o IMS lança o livro Seqüência, com apresentação do fotógrafo Bob Wolfenson. O objetivo principal da publicação é recuperar imagens descartadas dos ensaios feitos por Otto, arejando sua seleção oficial. As séries de fotos mostram como o olhar do fotógrafo constrói a imagem ideal. Algumas das sequências não oficiais de Otto publicadas no livro estarão expostas em uma vitrine na exposição do IMS.</p>
<p>O paulistano Otto Stupakoff (1935-2009) foi o primeiro fotógrafo de moda brasileiro e em 1965, aos 30 anos e no auge de seu sucesso no Brasil, mudou-se para Nova York e colaborou com diversas publicações, como Harper’s Bazaar, Life e Look Magazine. Além dos editoriais de moda, destacou-se pelos retratos que fazia de celebridades. A partir de 1973, instalou-se em Paris, onde fotografou para Vogue, Elle e Stern, entre outras publicações. Morou no Brasil entre 1976 e 1980, quando voltou para os EUA. De volta ao Brasil em 2005, foi homenageado pela São Paulo Fashion Week, com a mostra Moda sem fronteiras, organizada pelos fotógrafos Bob Wolfenson e Fernando Laszlo. Em 2008 sua obra fotográfica foi incorporada pelo Instituto Moreira Salles.</p>
<p>Exposição. Otto Stupakoff. Fotografias</p>
<p>Abertura: 20 de agosto de 2009, das 19h às 22h</p>
<p>Exposição: de 21 de agosto a 22 de novembro de 2009</p>
<p>Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 13h às 19h</p>
<p>Sábados e domingos, das 13h às 18h</p>
<p>Entrada franca.</p>
<p>Instituto Moreira Salles &#8211; São Paulo</p>
<p>Rua Piauí, 844, 1° andar, Higienópolis.</p>
<p>Tel.: (0 xx 11) 3825-2560</p>
<p>R$ 62,00</p>
<p>ISBN: 978-85-86-707-39-1</p>
<p>Fonte: IMS-SP</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/08/exposicao-homenageia-otto-stupakoff/' addthis:title='Exposição homenageia Otto Stupakoff ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Fica IMS!</title>
		<link>http://paratyemfoco.com/blog/2009/08/fica-ims/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 12:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Belém</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[IMS]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Moreira Salles]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.paratyemfoco.com/blog/?p=1972</guid>
		<description><![CDATA[O mineiros temem o fechamento do Instituto Moreira Salles de Belo Horizonte e estão fazendo uma bela mobilização. <div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/08/fica-ims/' addthis:title='Fica IMS! ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1973" src="http://www.paratyemfoco.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/img_1155.jpg" alt="" width="580" height="411" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #888888;">Foto: Claudio Versiani</span></p>
<p>O mineiros temem o fechamento do <strong>Instituto Moreira Salles</strong> de <strong>Belo Horizonte</strong> e estão fazendo uma bela mobilização.</p>
<p>É o <strong>Fica IMS</strong>.</p>
<p>Tem um <a href="http://ficaimsbh.blogspot.com/" target="_blank"><strong>blog, </strong></a>onde pode-se acompanhar toda a história e no <strong><a href="http://www.picturapixel.com/?p=11425" target="_blank">PicturaPixel </a></strong>tem um post bem bacana.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://paratyemfoco.com/blog/2009/08/fica-ims/' addthis:title='Fica IMS! ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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