Encontros | Entrevistas
Claudia JAGUARIBE e Caio REISEWITZ por Paula ALZUGARAY // Seleção natural
Data: 22 de setembro [quinta-feira]
Horário: 15h/16h30
Onde: Casa da Cultura [R. Dona Geralda 117]
Se a imagens históricas no século 19 se sobrepunham em reconhecimento às imagens da paisagens naturais, estas ganharam notoriedade no século 20 com o aperfeiçoamento da imagem fotográfica. Nesta primeira década do século 21, o conceito se estabeleceu de forma definitiva, e pensar para onde ela se dirige no futuro constitui o fazer de grandes artistas como a carioca Claudia Jaguaribe e o paulistano Caio Reisewitz. Ambos se destacam no meio, que traz afinidades aparentes, mas que na verdade são traduzidos em enormes confrontos, estéticos e metafísicos.
Jaguaribe é graduada em História da Arte pela Boston University, e traz na sua biografia várias exposições internacionais. Sua formação sustenta suas incursões pelo questionamento artístisco com naturalidade. Estas preocupações estéticas da arte contemporânea também estão presentes na obra de Caio Reisenwitz. Graduado em Comunicação Visual pela FAAP, é frequentador assíduo do circuito internacional da arte, se desloca com igual naturalidade pelos eixos urbanos e rurais, com representações calcadas em forte influência romântica. Para desvendar os caminhos dessas duas imagéticas peculiares, ligadas a compreensão do papel da humanidade no futuro próximo, convidamos alguém especialista em mapear esse caminho: a curadora independente, jornalista e crítica de arte paulistana Paula Alzugaray. Formada pela ECA-USP, ela é também doutoranda em Comunicação e Semiótica na PUC de São Paulo.
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Workshops
Caio REISEWITZ // Naturezas Fabricadas - Reflexões sobre a Mata no Fiorde Tropical
Data: 22, 23 e 24 de setembro [quinta-feira, sexta-feira e sábado]
Horário: dia 22 e 24 - aula teórica: 09h/17h dia 23 - saída prática: 08h/18h
Onde: Silo Cultural [R. Dr Samuel Costa 12]
R$: 610
[vagas esgotadas]
Reflexiva. Assim se pode chamar a experiência deste workshop, que vai unir uma intensa expedição às belezas singulares do único Fiorde brasileiro, localizado há poucos minutos de Paraty no litoral fluminense, com um exercício de produção fotográfica que explora as relações entre registro documental e arte, o político e o estético. Caio Reisewitz, com uma produção que trabalha o encontro da arquitetura com o meio ambiente, vai partir com seus alunos em busca de uma natureza não-revelada, uma maneira inusitada de olhar o organismo natural que nos rodeia. Numa expedição pelo Saco do Mamanguá, importante e exuberante ecossistema da mata atlântica, os participantes terão a oportunidade não só de fotografar um lugar especial, mas também de dialogar com um dos maiores artistas contemporâneos brasileiros.
O que levar na saída de campo:
. Roupas aptas para caminhada
. Tênis confortável
. Água
. Capa de chuva
. Protetor de câmera
. Protetor solar
. Boné
. Lanches leves (como barra de cereais e sanduíches)
. Saquinho para recolher seu lixo durante a caminhada
Programa:
. Apresentação do professor e sua obra
. Discussão das relações entre registro documental e arte, o político e o estético
. O ambiente natural como tema
. Saída de campo para o Saco do Mamanguá, importante ecossistema marinho próximo a Paraty
. Edição e discussão do material produzido
O que levar para o curso:
. Equipamento fotográfico digital
. Computador portátil (opcional)