_Dirceu MAUÉS // Somewhere – Alexanderplatz [Circuito dia]
Belém (BR), 1968. Artista e fotógrafo, vive e trabalha em Brasília (BR). Iniciou na fotografia em 1990. Atuou como repórter fotográfico nos grandes jornais impressos em Belém do Pará. Desenvolve trabalho autoral nas áreas da fotografia e vídeo tendo como base de pesquisas a construção de câmeras artesanais e utilização de aparelhos precários. Artista residente pelo programa Rumos Itaú Cultural em Künstlerhaus Bethanien/Berlim - 2009, no mesmo ano recebeu a bolsa Funarte de estimulo à criação artística e participou do projeto Encontros com a Fotografia – FNAC / 2009. Participou do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo/2010, Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia/2010 (convidado) e 16aBienal de Cerveira – Portugal/2011 (convidado). Seus trabalhos fazem parte do acervo da Coleção Pirelli-MASP de Fotografia, Coleção FNAC, Festival internacional de Arte Contemporânea SESC - VideoBrasil, MAC - PR (Museu de Arte Contemporânea - PR), MARP (Museu de Arte de Ribeirão Preto), MEP (Museu do Estado do Pará) e Coleção Joaquim Paiva.
Exposições Circuito Galerias e Ocupações
Somewhere - Alexanderplatz // Dirceu Maués
Data: 21 a 25 de setembro [quarta-feira a domingo]
Horário: quinta-feira a sábado 14h/17 // domingo 10h/17h
Onde: Casa da Pólvora [Morro do Forte]
Somewhere - Alexanderplatz é uma vídeo-instalação composta por seis vídeos que juntos reproduzem, em 360º, Alexanderplatz, uma praça, um lugar de encontro e passagem, espaço comercial e cultural de Berlim. Cada vídeo mostra uma vista diferente da praça e foi feito a partir da animação de uma sequência de fotos tomadas com câmeras pinhole construídas a partir de pequenas caixinhas de fósforo. Uma vista se conecta a outra lateralmente, para formar uma grande vista panorâmica em 360º, mas não há uma perfeição nessas conexões físicas entre uma imagem e outra, não há também nenhuma perfeição no sincronismo temporal entre um vídeo (vista) e outro apesar de as imagens terem sido tomadas em um mesmo período de tempo. As “imperfeições” e os “erros” são uma forma sutil de revelar o processo de construção do trabalho. E revelar esse processo é uma forma de se fazer pensar sobre o que está por trás de uma tecnologia.